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Aproveitamento Hidráulico do Mondego
As obras hidráulicas transversais constituem barreiras físicas ao contínuo fluvial, em particular à livre circulação das espécies piscícolas. No rio Mondego existe uma relativa variedade de espécies. A fim de mitigar o problema criado pela dificuldade de transposição de tais espécies, a opção da construção de uma passagem para peixes, surge como a solução para garantir a manutenção dos ciclos biológicos dos peixes.O Açude de Coimbra constitui a primeira barreira intransponível para as espécies.Apesar de dispôr de uma passagem para peixes original, dimensionada com os conhecimentos da altura, a mesma veio a revelar-se ineficaz,
reduzindo o habitat disponível para estas espécies aos últimos 35 km do rio Mondego.
O Instituto da Água promoveu um estudo para a correção desta situação, dele resultando a presente solução, de um dispositivo de transposição com cerca de 125 m de comprimento, na margem esquerda, cuja execução agora começou.

Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo